Os depoimentos do prefeito de Turilândia, Paulo Curió (União Brasil), e da primeira-dama Eva Curió, investigados por suspeita de desviar mais de R$ 56 milhões por meio de empresas fictícias, foram adiados pela segunda vez. As oitivas, que aconteceriam nesta terça-feira (6), foram remarcadas para sexta-feira (9) após pedido da defesa, aceito pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA), sob a alegação de falta de acesso integral às provas.
Os investigados chegaram a comparecer ao MP, mas não prestaram depoimento. As oitivas tiveram início na segunda-feira (5), quando seis pessoas foram ouvidas: cinco permaneceram em silêncio e apenas Gerusa de Fátima Nogueira Lopes, chefe do Setor de Compras do município, prestou depoimento e negou envolvimento.
Segundo o MP-MA, o esquema teria envolvido gestores, empresários, servidores e políticos, com desvio milionário de recursos públicos. A maioria dos investigados está presa no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, enquanto vereadores e o presidente da Câmara cumprem prisão domiciliar. Após os depoimentos, o MP deve confrontar as declarações com as provas e formalizar a denúncia.











